Informações

Nesta sessão você encontra alguns artigos referentes a saúde e bem estar selecionados especialmente pela CLÍNICA DO DR. MARCELO FALSI.

 

  • Amamentação

    A IMPORTÂNCIA DA AMAMENTAÇÃO NA SAÚDE BUCAL

    O ato tem reflexos futuros na fala, na respiração e no estabelecimento correto da criança.

    A amamentação tem sido muito incentivada na atualidade por ser o leite materno, não só o alimento mais completo e digestivo para crianças de até um ano de idade, como também, por ter ação imunizante, protegendo o bebê de diversas enfermidades. Crianças amamentadas no peito têm melhor desenvolvimento mental e maior equilíbrio emocional.

    A amamentação é gratificante para a mãe e trás benefícios para saúde da mulher diminuindo a probabilidade de câncer de mama, ajudando na involução do útero e prevenindo a depressão pós-parto. Hoje, diz-se que o leite materno é ecologicamente correto, pois não consome recursos naturais em sua produção e não gera lixo, como ocorre com os leites artificiais -- além de ser mais barato.

     

    No entanto, poucos sabem que a amamentação tem reflexos futuros importantes na fala, na respiração e no estabelecimento correto da dentição infantil.

     

    Quando a criança é amamentada, além de estar sendo alimentada, também está fazendo um exercício físico importante para desenvolver sua ossatura e musculatura bucal. Ao nascer, o bebê tem o maxilar inferior muito pequeno, que irá alcançar equilíbrio no tamanho em relação ao maxilar superior tendo seu crescimento estimulado pela sucção do peito. Toda a musculatura bucal é desenvolvida, músculos externos e internos, que, solicitados, desenvolvem os ossos.

     

    Mamar no peito não é fácil, daí o bebê ficar bastante transpirado. Esse exercício é o responsável inicial no crescimento harmonioso da face e da dentição. Usando mamadeira, esse exercício é quase inexistente, e a preferência do neném pela mamadeira vem da facilidade com a qual ele ganha o leite, principalmente quando este flui por um furo generoso no bico. Para exercitar-se com maior eficiência, a posição durante a mamada é importante: a criança deverá ficar o mais verticalizada, o que também facilita a deglutição do leite e evita problemas como otites de repetição.

     

    Maxilares melhor desenvolvidos propiciarão um melhor alinhamento da dentição, diminuindo a necessidade futura do uso de aparelhos ortodônticos. Músculos firmes ajudarão na fala. Durante a amamentação, aprende-se a respirar corretamente pelo nariz, evitando amidalites, pneumonias, entre outras doenças. Quando a criança respira pela boca, os dentes ressecados ficam mais expostos à cárie e as gengivas ficam inflamadas, os maxilares tendem a sofrer deformações e os dentes, a ficar apinhados, dificultando a higienização e aumentando a probabilidade do estabelecimento do processo de carioso.

     

    A mamadeira costuma tornar-se uma companheira para a criança ao longo de anos, habituando-a a uma dieta mole e adocicada, e portanto majoritando o risco de cáries (cárie de mamadeira); a criança tende a recusar alimentos que requeiram mastigação. Depois da amamentação, a mastigação correta continuará a tarefa de exercitar ossos e músculos. A amamentação prepara a criança para a mastigação. Muitas mães reclamam que seus filhos, já crescidos, não mastigam corretamente e recusam verduras e frutas, apreciando apenas doces e iogurtes. Esquecem-se essas mães de que o que os habituou a essa dieta foi o uso prolongado da mamadeira. Mastigação incorreta pode levar também a problemas de obesidade e a problemas estomacais.

     

    Atrelada à mamadeira, vem a chupeta, que também é usada normalmente por muito tempo, e o hábito de chupar o dedo, afetando o posicionamento dos dentes e trazendo também conseqüências danosas à fala e à respiração.

     

    A partir dos quatro meses, quando a mãe lentamente começar a introduzir outros alimentos (desmame), deverá fazê-lo usando apenas copos e colheres, evitando o uso de mamadeira ou "chuquinha".

     

    Daí a importância da primeira consulta odontológica de uma criança ser antes do nascimento de seu primeiro dentinho; nesse primeiro encontro, o odontopediatra orienta a respeito da higienização, dieta e como proceder quando os dentes começarem a irromper e a incomodar o bebê.

     

    A visita ao odontopediatra é tão importante quanto a do pediatra. Essa visitas propiciarão o acompanhamento do desenvolvimento sadio do bebê, através de medidas que promovam saúde.

     

  • Aplicação de flúor e selante

    A NECESSIDADE DO FLÚOR E DA APLICAÇÃO DO SELANTE

    A pessoa que se alimenta de hora em hora, não dá a oportunidade para a saliva voltar à normalidade, tornando o local propício para as bactérias produzirem ácidos que irão destruir a estrutura dentária.

     

    A cárie inicial tem o aspecto de uma mancha branca. Essa mancha é reversível quando se escova os dentes com cremes dentais contendo flúor, bochechando-se com soluções fluoretadas e aplicações tópicas de flúor feita pelo cirurgião-dentista. Se essa mancha branca não for tratada ela progredirá, provocando cavitações e, com o tempo, atingir maior profundidade provocando dores muito fortes e infecções.

     

    A conservação da saúde bucal pode ser feita pelo controle da placa dental, da dieta e pelo uso do flúor. Como é muito difícil realizar o controle da placa e da dieta, é imprescindível o uso do flúor como meio complementar. O flúor induz a remineralização fortalecendo o elemento dentário. Os fluoretos chegam no nosso organismo através do alimentos que ingerimos (vísceras de animais, carne, ovos, leite), dos enxagüatórios bucais, do creme dental fluoretado, etc.

     

    O hábito de bochechar após a escovação dentária é recomendado, pois o líquido penetra em regiões que não foram bem higienizadas pela dificuldade de acesso. Existe hoje no mercado algumas substâncias que além de anti-sépticos contém flúor. Esses líquidos tem a finalidade de aplicar o flúor, eliminando as bactérias causadoras da placa, prevenindo o mau hálito e as cáries nos locais de difícil acesso onde a escova e o fio dental não alcançam, proporcionando uma melhor higienização.

     

    Há regiões do dente onde nem a escova e nem o fio dental conseguem higienizar. Nessas regiões é necessária a aplicação de selantes. Os selantes são resinas fluidas que ao se polimerizarem, formam uma película contínua e resistente, utilizadas para obliterar sulcos e fissuras protegendo os dentes das cáries. Peça orientação ao seu dentista sobre as indicações e contra-indicações do uso do selante.

     

    DIETA ALIMENTAR

    O açúcar é a principal causa de degeneração dentária. Reduzir sua quantidade e freqüência e controlar certos tipos de doce que seu filho consome (pegajosos são mais perigosos que os líquidos) são passos importantes para evitar a degeneração dos dentes.

     

  • Cárie

    A cárie é uma doença infecciosa e transmissível que causa a perda localizada de miligramas de minerais nos dentes afetados, causados por ácidos orgânicos provenientes da fermentação microbiana dos carboidratos da dieta.

     

    SEU APARECIMENTO DEPENDE DE TRÊS FATORES ESSENCIAIS

    Hospedeiro- representado pelos dentes;

    Saliva- que tem as bactérias (microbiota);

    Dieta consumida- representada pelos hábitos alimentares.

     

    CÁRIE DE MAMADEIRA

    A forma mais comum de manifestação da cárie em crianças bem jovens tem etiologia específica associada a hábitos de dormir mamando leite açucarado, ou qualquer outra solução rica em açúcares, como por exemplo xaropes, mel e suco de fruta adoçado. A criança quando adormece tem a diminuição do fluxo salivar, reduzindo a proteção natural que a saliva exerce sobre os dentes. Esse tipo de cárie é denominada cárie de mamadeira. É um problema muito sério pois as crianças atingidas são muito novas e as lesões evoluem de forma aguda.

     

    A cárie de mamadeira pode também estar relacionada com os hábitos introduzidos pela mãe em crianças com pouca idade, adoçando chupetas com mel, açúcares ou xaropes, e usando a mamadeira por tempo prolongado.

     

    Esse tipo de cárie é muito difícil de ser tratada, pois a criança não colabora com o tratamento. Atinge a maioria dos dentes da boca. Observam-se lesões de manchas brancas nas superfícies vestibulares (voltada para fora) dos incisivos superiores. Se as lesões não forem tratadas elas evoluirão para cavitação e os próximos dentes a serem atacados serão os primeiros molares decíduos superiores e inferiores. O padrão de ataque se dá em razão da própria cronologia de erupção dos dentes.

     

    É impressionante a quantidade de crianças com idade entre 2 a 4 anos, que já apresentem um grande número de dentes decíduos comprometidos por cáries.

    São afetados os dentes superiores anteriores, primeiros molares superiores e caninos inferiores.

     

    A destruição dental é de tal monte que pode levar a problemas ortodônticos futuros devido a perda de espaço.

     

    Previna a cárie de mamadeira aplicando uma técnicas de escovação adequada para cada idade do bebê, adotando um cardápio balanceado e adequado a idade de seu filho e evitando a ingestão de mamadeiras noturnas ou, até mesmo, a amamentação natural sem que haja adequada higienização posterior.

     

  • Como conservar seus dentes

    TUDO SOBRE OS SEUS DENTES: POR QUÊ CONSERVÁ-LOS?

    A palavra periodontal vem de duas palavras gregas, significando literalmente “ao redor do dente”. E ela é comum e responsável pela perda dos dentes. Doenças de gengivas e de outras estruturas de suporte dos dentes também são doenças periodontais.

     

    Referências à doença  periodontal foram encontradas nos primórdios da história. A doença foi evidenciada no exame de múmias, embalsamadas há mais de 4000 anos.

     

    Os tecidos usualmete envolvidos pelas doenças periodontais são: gengiva; fibras periodontais ou seja, o tecido que fixa o dente no maxilar; osso alveolar, no qual os dentes estão implantados; e cemento, substância semelhante ao osso que recobre a raíz dental.

     

    Os dentes e suas estruturas de suporte podem exercer considerável influência em nossa vida cotidiana, por afetar nossa saúde, aparência e bem-estar.

     

    A fim de preservarmos os dentes, devemos conhecer certas causas e seus efeitos assim como medidas preventivas referentes à doença periodontal. Vamos conservá-los?

     

    Dr. Marcelo Sarra Falsi

    Professor em implantodontia pela Associação Brasileira de Odontologia

     

  • Como escovar os dentes

    COMO ESCOVAR OS DENTES?

    A maioria das pessoas não escova o tempo suficiente para conseguir os benefícios desejados em relação aos dentes e as gengivas. Se as gengivas são flácidas, uma escova com cerda mole deveria ser usada. Quando a inflamação e a flacidez desaparecerem, dever-se-á mudar para uma escova de cerda mais dura. A escova deve ter uma superfície plana e cerdas firmes e deve ser de tamanho suficiente para se aproximar de todas as partes acessíveis da boca. A técnica mais utilizada pela DFodonto é a técnica de Bass; apesar de demandar maior tempo, é ela na nossa visão, que se apropria à maior qualidade de escovação.

     

    O que caracteriza esta técnica é a colocação das cerdas da escova na região do sulco gengival. A escova é posicionada em um ângulo de 45 graus em relação ao longo eixo do dente e ativada através de pequenos movimentos vibratórios.

     

    A colocação das cerdas no interior do sulco gengival visa remover a placa bacteriana do local onde ela é mais lesiva.

     

    É na área do sulco gengival (espaço biológico) em que a “sujeira” mais se acumula.

     

    É importante salientar que as cerdas tenham pontas arredondadas ou poderemos traumatizar a gengiva. Convém lembrar que um grande número de pacientes apresenta dificuldades para executar esta técnica, porém com pequeno treino e empenho o posicionamento da escova se dá sem grandes dificuldades

     

    LEMBRETE

    Não se esqueça de escovar a língua, de trás para frente, removendo a placa que se acumula em cima dela, responsável esta por 90% do mau hálito!

     

  • Como iniciar um tratamento

    COMO INICIAR UM TRATAMENTO?

    O TRATAMENTO ODONTOLÓGICO adequado é mais fácil e simples do que parece. A chave dele está na conscientização do paciente em seu problema, seja ele estético, funcional ou de saúde. Por que fazê-lo?

     

    TRATAMENTO DENTÁRIO

    Investir em nós mesmos traz grandes satisfações, aumenta a auto-estima e nos deixa mais confiantes. Nesse caso, algumas dicas são importantes para aqueles que desejam iniciar um bom tratamento

     

    Não tenho condições financeiras para executar o tratamento dos meus sonhos...

    Planeje-se: O planejamento é uma dica útil e bem coerente para quem não quer trocar os pés pelas mãos. O tratamento odontológico não foge desta regra. Não ache que investir em sua boca é um ato totalmente impossível, e que isso é coisa somente pra ARTISTA. Pois não é!

     

    Linhas de crédito: Existem linhas de créditos para que as pessoas possam investir em tratamentos odontológicos em que o profissional recebe à vista. O pacientes mesmo não tendo condições de pagar um tratamento à vista, consegue financiá-lo diretamente coma um banco sem grandes problemas. Fique atento porém à taxas administrativas e juros a longo prazo!

     

    Financiamento junto ao dentista: Essa é uma outra opção, se o profissional for associado à uma cooperativa ou a um banco parceiro, é o meio mais barato de financiar um tratamento (juros baixos).

     

    Fique atento, porém, no famoso atendimento "VAREJÃO" em que profissionais que geralmente não são da área (e sim empresários) se utilizam desses métodos (preços excessivamente abaixo de mercado) como o seu principal atrativo de captção de clientes deixando a qualidade do atendimento a desejar.

     

    PRIORIDADE

    Não adie - Um bom planejamento vai depender estritamente de suas prioridades. Jamais adie problemas pré-existentes, isso acarretará fatalmente em um aumento de custos no seu tratamento. Quanto mais complicado, mais caro fica: lembre-se!

     

    CONSULTA

    Valorize a consulta e a indicação - Desconfie de métodos de promoção e avaliação gratuita em que o único interesse da empresa é formar uma grande carteira de pacientes em que um consultor faz o trabalho do profissional. Geralmente, problemas mais profundos são deixados de lado -- principalmente em pessoas que procuram tratamentos estéticos. Um profissional não estudou tantos anos e investiu nele para dar um parecer em 10 minutos. Converse, e questione! Cada caso é um caso.

     

    POR QUÊ DEVEMOS VALORIZAR UMA CONSULTA ODONTOLÓGICA?

    A consulta odontológica é como uma consulta médica. Um cirurgião que estuda, se atualiza, valoriza este momento. É  nessa hora que o paciente é bem conhecido. Nem todas as pessoas podem executar certos tipos de tratamentos. Só numa consulta bem feita que se revelam as saídas. Métodos de "avaliação gratuita" ou a famosa frase: "venha fazer um orçamento sem compromisso" induzem o paciente a achar que chegou o seu momento de se tratar. Profissionais de boa qualidade não utilizam desses métodos de abordagem. Valorize-se e não brinque com a sorte!

     

    Concientize-se - Ao iniciar um tratamento, conscientize-se de que o comparecimento às consultas é essencial e primordial também para a sua qualidade. Existem tratamentos rápidos, graças a evolução da odontologia, porém, existem casos (principalmente de grandes reabilitações) em que as constantes visitas do paciente ao dentista são necessárias para a saúde bucal.

     

    Não acredite em milagres - A mídia, às vezes, é a grande responsável em divulgar tratamentos milagrosos, e dar a sensação de que  todas as pessoas estão aptas a realizar certos tipos de tratamentos. Pelo que consta, ainda não colocaram códigos de barras em nós, seres humanos. Nem sempre qualquer profissional está em condições de colocar implantes ou realizar um clareamento em pacientes. Em cada consulta, peça referências do profissional e veja se ele está apto. Assim, você evitará que seus dentes  sejam prejudicados.

     

    Confiança - Esteja certo de que o cirurgião dentista tenha transmitido total confiança no procedimento que irá executar. Você deverá se sentir à vontade com o profissional, para que a comunicação entre ambos esteja sempre afinada caso venha a surgir algumas dúvidas inerentes ao tratamento.

     

  • Dente do siso

    SAIBA TUDO SOBRE O "DENTE DO JUÍZO" E COMO ELES NASCEM. EXTRAIR OU NÃO?

     

    DENTES DO SISO:  saiba tudo sobre o "dente do juízo" e como eles nascem. Veja, ainda, se você é um candidato a extraí-lo (ou não)...

     

    Existem quatro dentes do siso: dois superiores, um direito e um esquerdo, e dois inferiores, também direito e esquerdo. Todos nascem naquele espaço, no atrás dos últimos dentes.

     

    Nem todo mundo possui eles, que são conhecidos porpularmante como "dentes do juízo", já que nascem bem tarde. O nascimento deles ocorre, normalmente, entre 17 e 20 anos; portanto, são os últimos dentes da arcada a nascerem. Algumas pessoas possuem os quatro dentes do siso, outras possuem três, dois, e às vezes um ou até nenhum.

     

    Quando o siso não nasce, ou é por falta de espaço na arcada dentária, ou ainda pela posição horizontal do dente. Esse quadro pode provocar gengivite, que é inflamação da gengiva, abscessos na região, irritação do local, dor e edema.

     

    Existem duas correntes. A primeira diz que se houver espaço suficiente para o nascimento do dente do siso e o paciente não tiver tendência a apinhamento (mundança de posição do dente), não haverá problemas.

     

    Já a segunda é que se o espaço for insuficiente para que ele apareça o paciente poderá ter problemas futuros, como o próprio apinhamento de dentes.

     

    Se ele ficar dentro do osso sem posição para nascer e não for retirado, poderá produzir reabsorções de dentes vizinhos, transtornos dolorosos ao paciente e possíveis degenerações (lesões císticas).

     

    Quando a gengiva do dente do siso que está nascendo inflama, deve ser feita a remoção do tampão gengival que cobre parcialmente a superfície dental (ulectomia) ou a curetagem gengival -- ambos realizados pelo dentista.

     

    O paciente, para melhorar esse quadro inflamatório, poderá realizar uma higiene oral rigorosa no local; bochechos com anti-sépticos poderão amenizar o quadro, mas para resolver o problema o paciente deve mesmo procurar um cirurgião dentista.

     

    Para acompanhar o desenvolvimento desses dentes o ideal é fazer visitas ao dentista para fazer uma radiografias panorâmica, numa visão mais abrangente.

     

  • Periodontite

    COMO TRATAR A DOENÇA PERIODONTAL?

    No tratamento da doença periodontal, como na de outra doença qualquer, é necessário remover a causa. O dentista precisa remover o cálculo e polir os dentes a fim de eliminar todos os depósitos. Quanto mais avançada a doença, mais difícil de tratá-la. Em alguns casos, a remoção cirúrgica se vê necessária e nesse ínterim a correção do contato impróprio dos dentes interage com o tratamento.

    Quando os dentes não articulam, como resultado da perda de um dente ou devido ao desvio dos dentes ou por qualquer outra razão, é importante que o dente ausente seja recolocado. Em certos casos, a construção de aparelhos de contenção é necessária a fim de reduzir o movimento dos dentes abalados ou diminuir os efeitos prejudiciais de hábitos orais.

    Há muitas outras medidas que o dentista pode usar no tratamento da doença periodontal, dependendo do seu tipo e severidade. Somente o dentista pode prescrever e executar o tratamento adequado, após haver estudado a condição cuidadosamente.

     

    EMBORA O TRATAMENTO PELO DENTISTA SEJA NECESSÁRIO A COMPLETA COOPERAÇÃO DO PACIENTE NO CUIDADO CASEIRO É ESSENCIAL PARA O SUCESSO DO TRATAMENTO.

     

    QUAIS AS CAUSAS DA DOENÇA PERIODONTAL?

    Um fator local causador da doença periodontal é o cálculo, comumente chamado de tártaro. O cálculo é uma substância dura, como uma crosta, que é depositada na superfície dos dentes onde a gengiva entra em contato com a coroa dentária.

    É composto principalmente de minerais da saliva e de bactérias e outras substâncias normalmente encontradas na boca. Se o tártaro não é removido, progride em direção a raiz dentária abaixo da gengiva. O cálculo irrita irrita a gengiva e produz o estágio para a gengivite. Uma vez formado o cálculo não pode ser removido pela escovação. Poderá ser removido apenas pelo Dentista, por meio de uso de instrumental especial.

    Muitas vezes as margens agudas de um dente cariado e resíduas alimentares retidos numa cavidade causam irritação na gengiva, como resultado de uma irritação constante, é produzida a inflamação gengival, o alimento introduzido entre os dentes e contra a gengiva durante o ato da mastigação, causa irritação.

    A perda de um dente, caso não se recolocado artificialmente pelo dentista, pode causar desvio dos dentes adjacente, para o espaço vazio. Esse desvio conduz não somente a maior retenção dos alimentos entre os espaços interdentários, mas também ao estabelecimento de relações impróprias dos dentes no ato da mastigação ou da oclusão.

     

    OUTROS FATORES

    Certas doenças sitemáticas em suas formas severas podem produzir alterações nos tecidos periodontais, enfraquecem a resistência desses tecidos à doença periodontal, por exemplo a falta de vitamina C e diabete (incapacidade do organismo utilizar o açúcar beneficamente) a destruição dos tecidos periodontais, nestas doenças, é mais um sintoma de doença sistemática do que apenas um sinal de boca não sadia.

    O cuidado adequado da gengiva usualmente auxilia a neutralizar os efeitos da doença geral na boca. Porém, essas doenças requrem atenção maior que o tratamento dentário por si. Há evidências que os fazem supor que deficiência nutritiva severa, constituiu um fator para o estabelecimento da doença periodontal, ou seja, responsável pela má resposta ao tratamento.

    Alguns dos aspectos da nutrição, que podem contribuir para o estabelecimento de  um estado de doença, são primeiro dieta inadequada ou desiquilibrada, segundo incapacidade do organismo ultilizar adequadamente os alimentos ingeridos, terceiro textura dos alimentos.

    Estes fatores podem levar a uma seleção inadequada dos alimentos devido ao fato que , nestes casos, muitos alimentos fibrosos e resistentes não podem ser mastigados confortavelmente.

    A respiração bucal, seca a gengiva e diminui sua resitência aos irritantes orais e à infecção. Aqueles que respiram pela boca tornam-se mais suceptiveis à gengivite, que os de respiração normal, especialmente na região dos incisivos superiores.

     

    PREVENÇÃO DA DOENÇA PERIODONTAL

    O velho ditado, “vale mais a pena prevenir do que remediar” é certamente verdade com relação a doença periodontal.

     

    Apesar da doença periodontal severa ser encontrada com muito menos freqüência em crianças que em velhos, um grande número de pertubações periodontais de adulto pode ser devido a negligência na infância e na mocidade.

     

    A gengivite não tratada no jovem pode persistir e agravar-se com a idade, passando a doença periodontal avançada. Visitas periódicas ao dentista, para remoção de manchas e depósitos (cálculo) dos dentes é uma importante medida preventiva.

     

    A limpeza dos dentes (profilaxia) pelo menos a cada 6 meses ou tão frequentemente quanto o dentista sugerir, previne um acúmulo perigoso de cálculo nos dentes. Nesta limpeza, o mais importante fator é a remoção cuidadosa dos depósitos de cálculo (tártaro) em torno dos dentes.Depois, os dentes serão polidos, o exame radiográfico periódico pode revelar alterações no osso alveolar, que de outro modo não seriam descobertas.

    A escovação adequada auxiliará a evitar os depósitos de cálculos nos dentes e auxiliará a conservar a gengiva sadia. Pesquisas mostram que o maior benefício da escovação resulta se os dentes forem escovados logo após as refeições.

    Os depósitos de alimentos podem ser removidos mais facilmente nesta ocasião.

    A escovação comum não evita completamente a formação de cálculo, porém diminui a sua marcha consideravelmente.

    A ingestão de dieta equilibrada é importante para a boa saúde de todos os tecidos do corpo. Uma dieta adequada para a boa saúde geral fornecerá os elementos nutritivos essenciais às gengivas e ao osso de suporte dos dentes.

     

    DOENÇA PERIODONTAL

    A doença periodontal, em uma forma e outra, afeta grande parte da população. Todavia muitas pessoas não se inteiram a respeito dessa doença, desde que um estágio inicial, ela é raramente dolorosa. Se deixada sem tratamento, a doença periodontal ocasiona a perda dos dentes e pode afetar a saúde. Ainda, a doença resultante perda dos dentes podem ser prevenidas.

     

    TIPOS DE DOENÇAS PERIODONTAL

    Há varios tipos de doenças periodontais. O tipo mais comum se desenvolve em dois estágios. O primeiro é gengivite (inflamação das gengivas); o segundo estágio é a periodontite (antigamente chamada de piorréia).

     

    Gengivite - o estágio inicial, as gengivas tornam- se gradualmente vermelhas e inchadas, podendo se separar dos dentes e sangrar facilmente, quando tocadas.

    Gengivas inchadas e que sangram são tão comuns que, frequentemente, causam tão pequeno desconforto que muitas pessoas  as aceitam como condições normais.

    Como resultado, a gengivite é frequentemente negligenciada até se aproximar a um estágio mais avançado. O tratamento será mais difícil e dispendioso do que nas fases iniciais.

     

    Periodontite - Se a gengivite não for tratada e controlada, a inflamação se difunde ao longo das raízes dos dentes, as gengivas se separam deles, formando bolsas que se enchem de bactérias e algumas vezes pus. Assim que a doença progride, o suporte ósseo dos dentes é perdido, e os dentes afetados tornam-se eventualmente abalados.

     

    "São seus Dentes e você pode conservá-los" É um arquivo pessoal de trabalho publicado pelo Dr. Marcelo Sarra Falsi.

     

  • Fio dental

    O fio dental é o mais importante coadjuvante da escovação, porém muitas vezes é deixado de lado...

     

    O fio dental é o mais importante coadjuvante da escovação, porém muitas vezes é deixado de lado, ou usado de uma forma incorreta.

    De maneira geral, a escova dentária não tem acesso ao espaço interproximal. O fio dental, através da fricção, conseguem uma efetiva remoção da placa no espaço interproximal.

    O fio dental deve atuar direto sobre a superfície dental alcançando inclusive áreas subgengivais como mostra a figura

     

    Além disso os movimentos de fricção devem ser da parte de trás para a parte da frente, retirando sempre o fio de cima para baixo.

     

    Usar o fio dental antes ou depois, isso tanto faz... o importante é fazer!

     

    PEQUENAS DICAS DE COMO UTILIZAR O FIO DENTAL CORRETAMENTE:

    Quando utilizar - pesquisas comprovam que apenas 10 a 15% da população brasileira utilizam o fio dental com frequência. O uso do fio dental é tão importante quanto a escovação após as refeições mas principalmente à noite já que a salivação que protege os dentes contra as bactérias diminui substancialmente

     

    Antes ou Depois - apesar de não ter tanta diferença, dê preferência para o uso do fio dental antes da escovação habitual. Com isto a escova poderá remover alguns restos de alimentos que poderão ficar grudados nos dentes.

     

    Como passar o fio dental - evite movimentos de vai e vem que machucam a gengiva. segure com os dedos indicadores e polegares abraçando-os , e faça movimentos com você estivesse "engraxando" seus dentes.

     

    Frente da televisão - jamais passe seu fio dental na frente da televisão e sim na frente de um espelho. Movimentos distraídos fazem com que as pessoas se machuquem e não acabam por fim executando a técnica corretamente.

     

  • Flúor

    O uso do flúor é uma realidade no processo de prevenção de cárie, e como todo medicamento deve ser usado com cautela para que não gere uma série de acometimentos devido a quantidade excessiva do uso do mesmo, portanto a promoção da saúde pode ser feita pelo controle da placa dental, da dieta, e pelo uso do flúor.

    Tendo em vista os fatores relacionados com as duas primeiras citações, o uso do flúor é imprescindível.

     

    A AÇÃO DO FLÚOR É MUITO MAIS TERAPÊUTICA QUE PREVENTIVA, PORTANTO ALGUMAS CONSIDERAÇÕES DEVEM SER LEVADAS EM CONTA:

     

    Quem não está sujeito a cárie não precisa de flúor se levarmos em consideração as dificuldades do controle de placa e de dieta o risco de cárie existe em todos os indivíduos, portanto, quem está sujeito a cárie precisa de flúor seria o mesmo que dizer antigamente que o flúor é só importante até os 13 anos. Isto pode ser usado profilaticamente, considerando que o risco de cárie é individualizado, portanto, quem está sujeito a cárie precisa de mais flúor, sempre considerando a dieta e os hábitos desse paciente.

     

    Também deve-se levar em consideração que as regiões de maior risco de cárie necessitam de flúor mais frequentemente. E quem esteve com o processo de cárie sob controle pela presença de flúor, ficará sem cárie. Considerando que a ação do flúor é participar no processo de desmineralização e remineralização, ele precisará estar sempre na cavidade oral, e como o organismo não produz flúor é necessário manter a sua concentração adequada.

    Isto é valido principalmente nos casos de indivíduos adultos que conseguiram manter o processo de cárie sob controle durante longo tempo e de repente apresentando deficiências salivares têm seu risco de cárie aumentada.

     

  • Mau hálito

    O mau hálito é um dos assuntos que causam maiores constrangimentos para o ser humano.

     

    A abordagem em alguns casos se torna meio complicado, já que, na maioria das vezes o indivíduo na reconhece que possua mau hálito, pois a pessoa se acostumou com o cheiro.

     

    O paciente que reconhece e tem halitose na maioria das vezes tem vergonha de se expor, de conversar e conviver socialmente.

     

    No campo profissional, muitas vezes, não consegue estabelecer um diálogo aberto e fala com a mão na boca, prejudicando inevitavelmente a sua ascensão.

     

    No campo amoroso, torna-se um assunto também delicado, já que o casal pode enfrentar diversas diferenças, mas resistir o mau hálito é muito complicado, já que o cheiro está ligado intimamente à emoção.

     

    DE ONDE VEM O MAU HÁLITO?

    Muitas pessoas acabam culpando sempre o estômago (O nosso organismo possui uma válvula denominada esfíncter. Depois que o alimento passa, o mesmo se fecha, não permitindo que o odor da síntese dos alimentos saia para o meio externo. A única situação que os odores passam para o meio externo é eructação, conhecida como “arroto” e o refluxo gastresofágico) pelo Mau Hálito. Mas é fato comprovado pela medicina de que 90 a 95% das causas desse problema são gerados na boca, sendo que, na maioria das vezes, a língua é a grande responsável pelo odor desagradável. Somente 5 a 10% das causas é sistêmica (provém de outras partes do corpo).

     

    DENTRE ELAS PODEMOS CITAR:

    - Diabetes Melittus, em que o paciente em estágio avançado apresenta um hálito cetônico (comparado ao odor de frutas como maçã envelhecida) devido o excesso de glicose no organismo. As cetonas são eliminadas pela urina e pela respiração, causando um hálito com cheiro desagradável.

     

    - A língua possui diversas células sensoriais (papilas gustativas), que são responsáveis por identificar os sabores. Anatomicamente podemos compará-las com pequenos tubos que retém os alimentos. Esses alimentos - retirados da boca por meio da escovação lingual (através de raspadores ou a própria escova) fermentam, produzindo enxofre.

     

    - Pessoas resfriadas. O vírus geralmente intensifica a produção de muco no organismo, que por sua vez ajuda a reter a placa bacteriana - principalmente na parte posterior da língua, conhecida como placa branca ou saburra lingual.

     

    - Pacientes que tomam antidepressivos queixam-se muito de mau hálito também. Isto ocorre devido a baixa quantidade de saliva que a droga induz. Uma forma de amenizar o problema é o aumento do consumo de água ou uso de saliva artificial.

     

    - Problemas gengivais, principalmente os mais avançados, intensificam o odor desagradável diminuindo com a remoção de placa bacteriana profissional. Ou se for o caso, até com cirurgias avançadas para a reversão do quadro infeccioso bacteriano.

     

    - Próteses dentais mau ajustadas e restaurações em excesso contribuem muito para o mau hálito, já que são fatores de retenção alimentar - isto é, o alimento fica preso em alguma região da prótese ou da restauração em que o fio dental e a escova não alcançam. Esse alimento não retirado acaba literalmente "apodrecendo" na boca da pessoa e gera o mau hálito.

     

    - Tabagismo: pessoas que fumam, incontestavelmente apresentam mau hálito, já que, o fumo ajuda na formação da saburra lingual(placa bacteriana branca em cima da língua) e na degradação acentuada dos tecidos moles bucais e dos dentes.

     

    SOLUCIONANDO O PROBLEMA

    No geral, medidas preventivas de orientação para uma higienização adequada, o uso de raspadores linguais e visitas periódicas ao dentista irão (com certeza) promover, na maioria dos casos, um hálito agradável e saudável dos pacientes que buscam solucionar o problema.

     

    O QUE FAZER?

    O principal como já havíamos citado anteriormente é escovar a língua de trás para frente, até que se removam a saburra lingual (placa branca), existente na língua.

     

    Muitas pessoas sentem ânsia principalmente de manhã.

     

    O hábito de escovar a língua, na maioria das vezes, faz com que a pessoa não tenha mais ânsia e se acostume a este procedimento.

     

    Existem no mercado os raspadores linguais que podem ser utilizados na mesma forma da escova, porém, sem pressionar muito para não machucar a língua, principalmente na sua parte posterior onde as papilas são mais avolumadas.

     

    Cáries, problemas gengivais, restaurações e próteses antigas e mal adaptadas, visitas regulares a o seu dentista são fatores de extrema importância que vão contribuir para um bom hálito!

     

  • Possuímos duas dentições

    O ser humano possui duas dentições: a decídua e a permanente.

     

    A primeira também é conhecida por dentição de leite ou caduca. Os dentinhos de leite começam a aparecer por volta dos 6 meses de idade e completam-se aos 36 meses. É composta por 20 dentes: 10 na maxila e 10 na mandíbula. A primeira dentição não possui pré-molares nem terceiros molares.

     

    OBSERVE AS TABELAS ABAIXO:

     

     

     

    Os dentes permanentes começam a aparecer por volta dos 6 anos de idade. A segunda dentição é composta por 32 dentes sendo 16 na mandíbula e 16 na maxila. Por volta dos 13 - 14 anos a dentição permanente está quase completa, faltando somente os terceiros molares, também conhecidos como dentes do siso ou do juízo.

     

     

  • Odontogeriatria

    HOJE EM DIA, NO BRASIL, A POPULAÇÃO IDOSA DESPONTA COM UM GRANDE CRESCIMENTO.

     

    Com o avanço da idade e da maturidade, o temor da “morte” é opacificado pelo tema da dependência.

    Tem-se a idéia ainda, que o envelhecimento está intimamente ligado ao esteriótipo do limitado e que sempre vai precisar de alguém do lado cuidando.

    Embora isso tenha sido comum em gerações anteriores, a expectativa atual é justamente o contrário: Envelhecer com saúde e qualidade de vida .

    Na minha opinião a odontogeriatria começa desde criança em que os cuidados precedentes serão cobrados no futuro, e que a prevenção se faz valer, no momento em que mais precisamos.

    Porém sejamos realistas.....muitos idosos se tornaram frágeis por diversas doenças crônicas bucais ou sistêmicas que os acometeram na vida pregressa, e estes vão necessitar de apoio através de estratégias aprimoradas, (evolução técnica, rapidez e qualidade no atendimento). A partir disto desenvolveremos a tão sonhada qualidade de vida.

    A odontogeriatria como todas as especialidades odontológicas se faz valer, devolvendo a saúde bucal integral e global, por exemplo, em pacientes que apresentam periodontopatias e que se torna um foco de infecção que se espalha para todo o corpo, ou através somente de dois implantes de carga imediata , que fazem esses pacientes que tinham grandes dificuldades, de mastigar, falar e se expressar, volte a vida normal, dependendo do caso em apenas uma hora .

     

    OBJETIVOS DA ODONTOGERIATRIA:

    • Manutenção da saúde bucal;

    • Manutenção da funcionalidade;

    • Prevenção de doenças;

    • Detectação e tratamento precoce;

    • Tratamentos seguros;

    • Máximo grau de independência.

     

  • Odontologia para crianças

    O Brasil há alguns anos era um dos recordistas em cárie dentária, fato este, contestado pelo último levantamento epidemiológico nacional realizado nas grandes capitais do Brasil em 1996, onde o índice CPOD caiu de 6,7 para 3,1 nos escolares de 12 anos. Com isso, concluiu-se que a redução do índice de cárie dentária no Brasil diminuiu 53,2% em apenas 10 anos. Em levantamento feito no ano de 1997, nas diferentes regiões administrativas do DF, esse índice se apresentou ainda menor, chegando a 1,54.

     

    Segundo os realizadores deste levantamento, a queda na prevalência da doença cárie, ocorreu devido à medidas promocionais realizadas, como por exemplo, a fluoretação das águas de abastecimento, a distribuição de escovas e cremes dentais em escolas da rede pública, e a escovação supervisionada seguida por aplicação tópica de fluoretos na rede educacional.

     

    Com base nestes dados e contrariando uma tendência nacional curativa/ restauradora, a odontopediatria da PGR vem enfatizando medidas promocionais através de campanhas infantis semestrais que abrangem as faixa etárias de 0 a 03 anos e 04 a18 anos.

     

    O tratamento reabilitador melhora as condições de saúde bucal, mais não elimina o risco da criança contrair mais lesões uma vez que não atua nas causas da doença.

     

    A saída para esse problema é adotar uma Filosofia Preventiva . Prevenindo, estaremos evitando cáries, doenças periodontais( doenças de gengiva) e problemas ortodônticos. Essa filosofia deve ser aplicada a todos, inclusive a adultos e gestantes. Prevenindo cáries e outras doenças, você estará cuidando da saúde integral de seu filho e também de seu bolso .

     

    Não se esqueça: tendo uma boa dentição, seu filho não terá vergonha de exibir o seu sorriso, tendo como conseqüência um melhor relacionamento com seus coleguinhas. Isso é muito importante, pois futuramente, esse comportamento refletirá tanto na vida profissional como na vida pessoal da criança.

     

    A ESCOVAÇÃO:

    A cárie é uma doença infecto-contagiosa que resulta da perda de miligramas de minerais dos dentes afetados. Seu aparecimento depende da interação de pelo menos três fatores: hospedeiro (dentes e saliva), a microbiota da região e da dieta alimentar.

     

    Tornamos os dentes menos susceptíveis à cárie através do controle da placa, controle da dieta alimentar e pela escovação.

     

    A HIGIENE ORAL TEM COMO OBJETIVOS:

    Remover a placa e os indultos que se acumulam sobre o complexo dentoperiodontal;

    Reduzir a flora microbiana estagnada;

    Prevenir a formação de tártaro;

    Estimular a irrigação sangüínea;

    Aumentar a massagem gengival.

     

    A escova dental é o mais eficaz e o mais utilizado instrumento para a higiene bucal. Escolha as escovas que não traumatizem os músculos da bochecha e da língua e que atinjam os dentes do fundo da boca. É importante que ela possua cerdas da mesma altura, arredondadas e macias.O cabo reto é o recomendado, porque oferece um bom apoio e bom sentido direcional no momento da escovação.

     

    O MÉTODO DE ESCOVAÇÃO VARIA DE ACORDO COM A IDADE:

    Para Bebês:

    Os pais devem sentar cada qual numa cadeira reta, de frente um para o outro, com os joelhos encostados. A criança deve ser deitada de costas sobre as pernas dos pais. As pernas e os braços do bebê devem ser contidos pelo pai.

    A limpeza dos dentes do bebê devem ser feitas assim que os dentes começarem a erupcionar. As sessões de limpeza no início são muito curtas.

     

    A mãe, com a cabeça da criança no colo, procede a escovação dos dentes com movimentos vaivém

    A escova deve ser pequena, de cerdas macias e múltiplas, sem qualquer dentifrício (pasta de dente).

     

    Para Crianças com Idade Pré Escolar:

    A criança deve ficar em pé na frente e de costas para a mãe e encostar a cabeça contra ela. Com a mão esquerda, se destra, a mãe segura a mandíbula e com os dedos afasta os lábios e bochechas.

    A escovação é feita com a mandíbula paralela ao solo e com movimentos vaivém, nas faces vestibulares, linguais, oclusais e incisais.

    Para a escovação dos dentes superiores, a cabeça da criança deve ser inclinada para trás. A mão esquerda afasta os lábios e bochechas, enquanto que a direita realiza os movimentos da escovação, idênticos para os dentes inferiores.

    A inclinação para trás da cabeça facilita a visualização dos dentes superiores.

     

    Utilize pouca pasta dental. Crianças muito pequenas não devem usar dentifrícios pois correm o risco de engolir, podendo haver intoxicação pelo excesso de flúor (fluorose).

     

    O FIO DENTAL

    O uso do fio ou da fita dental é tão importante quanto o uso da escova de dentes. O fio dental garante a remoção de detritos que a escova não conseguiu remover. De acordo com estudos, a associação da escova com o fio dental pode remover 26% a mais de placa do que o uso isolado da escova. O seu uso deve ser estimulado a medida que a criança for crescendo.

     

    Modo de usar:

    Apanhar cerca de 60 cm de fio dental e enrolar no dedo médio da mão direita e esquerda, deixando livre cerca de 20 cm .

    Passar o fio sobre a ponta dos polegares e indicadores, mantendo-se afastados cerca de 3 a 4 cm .

    Deslizar o fio entre cada dois dentes, introduzindo-o suavemente, num movimento de vaivém, através do ponto de contato.

    Puxar a fita ou o fio dental contra o dente. Fazer movimentos de vaivém da gengiva para a ponta do dente.

    Repetir essa operação em todos os dentes, inclusive nos dentes do fundo da boca.

     

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